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Turismo |
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Clique para fazer um pequeno tour virtual pelo Japão |
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O
arquipélago japonês faz parte do
arco de montanhas no Pacífico situado ao
longo da costa leste do continente asiático. O arquipélago é formado por
quatro grandes ilhas e mais de mil ilhas menores, formando no total
370.000 quilômetros quadrados. Isto corresponde, de uma forma grosseira,
às dimensões da Finlândia ou da Itália. As quatro maiores ilhas são
Hokkaido, um pouco menor que a Irlanda, aproximadamente 83.000
quilômetros quadrados, Honshu, pouco maior que a Grã-Bretanha, 231.000
quilômetros quadrados, Kyushu, um pouco maior que a Tailândia, 42.000
quilômetros quadrados e Shikoku, mais ou menos do tamanho da Sardenha.
1.900 quilômetros quadrados. Entre as várias ilhas menores, as maiores
são as de Okinawa, na cadeira de Ryukyuan e Sado, ao largo da costa do
norte de Honshu. Após a guerra do Pacífico, em 1945, o Japão perdeu o
controle de muitos territórios que têm vindo a ser reclamados como parte
do império nipônico antes da guerra: inclui as ilhas Curilas, Sacalina,
Karafuto, as ilhas de Ryukyu, bem como as outras ilhas do Pacífico, a
Formosa e a Coréia. Os Estados Unidos devolveram em 1968 as ilhas de
Bonin e em 1972 Okinawa. O Japão reclama a posse das quatro ilhas ao
norte, as ilhas Curilas, ocupadas pela Rússia desde 1945, sendo este o
ponto de maior fricção entre os dois países.
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O Japão é um país de altas
montanhas, vulcões ativos, vales profundos, florestas
silenciosas, rios correndo velozes e mares bruxuleantes. O arquipélago é
formado por montanhas, a maior parte delas vulcânicas. Vulcões, fontes
termais quentes e terremotos são características deste país. Sabe-se que
mais de cento e oitenta vulcões entraram em atividade na Era Quaternária
do período geológico e mais de quarenta ainda permanecem em atividade. O
monte Fuji está adormecido, mas vulcões como Sakurajim, Aso, Asama,
Bandai e Mihara vomitam lava pelas crateras ativas. |
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São
freqüentes os tremores de terra. Os japoneses contam mil por
ano, sendo comuns terremotos de grau 4 ou de grau 6 na escala Richter. O
terremoto que destruiu Tókio em 1923 era de grau 8,2. Como se têm
registrado muitos sismos num ciclo de sessenta anos, muito nipônicos
esperam já há algum tempo um abalo devastador na área da capital. Os
tremores de terra no mar podem causar ondas enormes, conhecidas por
tsunami, que invadem de centenas a milhares de milhas da costa.
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O comprido e
estreito arquipélago japonês compreende cerca de 22 graus de
latitude desde o extremo norte, Hokkaido, até as ilhas Ryukyu, no sul.
Esta extensão em latitude corresponde à que existe entre o norte da
Itália e o sul do Egito. Entre as características do clima, as mais
importantes são as flutuações da temperatura ao longo do ano, a mudança
nítida de estação e chuvas abundantes. Devido ao comprimento do
arquipélago e à sua complexa estrutura do solo, as estações variam de
acordo com a região. O norte tem verões quentes e longos, invernos
rigorosos e com muita neve. No centro do arquipélago há calor, verões
úmidos e invernos frios e curtos. O sudoeste do Japão tem verões longos,
quentes e úmidos e invernos temperados. Okinawa e as ilhas Ryukyu gozam
de um clima sub-tropical.
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A imagem que
a maior parte dos estrangeiros tem do Japão é a de um país
pequeno, isolado, superpovoado, onde cada centímetro quadrado de terra
aproveitável está cultivado, apinhado de cidades ou de fábricas
ultramodernas. De certa forma, esta imagem é bastante errada.
A sua população, cerca de 126 milhões, não é
particularmente densa, relativamente aos países mais povoados do mundo.
A sensação
de superpopulação tem mais a ver com o número de pessoas.
Mais de 75% da população está concentrada nos centros urbanos e esses
centros urbanos e industriais agrupam-se na região aluvial baixa. O eixo
da conurbação Osaka-Kobe-Kyoto tem mais de 15 milhões de pessoas vivendo
numa área de menos de 1300 quilômetros quadrados. Os japoneses
consideram-se uma população homogênea. De um modo geral, esta percepção
é válida, mas na realidade existem vários grupos minoritários cuja
posição na sociedade não é fácil. A minoria coreana representa 0,5% da
população. Já que o governo japonês tem como princípio a raça como
determinante da cidadania, os membros da comunidade coreana, mesmo os
que nasceram no Japão e que falam fluentemente a língua, são
marginalizados.
Desde a
Segunda Guerra Mundial que se tem verificado um êxodo da
maior parte da população rural para as cidades. Contudo, alguns centros
urbanos estão localizados perto das zonas agrárias, o que criou certos
problemas. A urbanização veio reduzir a área agrícola e os agricultores
não conseguem produzir arroz e outros cereais com custos tão baixos como
os grandes proprietários dos outros países. A urbanização e o aumento
populacional reforçaram os modelos tradicionais de distribuição da
população. A maior explosão demográfica do Japão moderno verificou-se
nos centros industriais urbanos. A população rural vem declinando
lentamente: em 1900, estava acima de 30 milhões; em 1965, eram cerca de
33 milhões; por volta de 1970, estava abaixo dos 30 milhões e continua a
decair.
O Japão
atualmente é um país idoso, visto que a expectativa de
vida é uma das mais elevadas do mundo para ambos os sexos. A expectativa
de vida é de 75,2 anos para os homens e de 80,9 anos para as mulheres. O
grande desafio do Japão neste século XXI é a segurança social,
assistência aos idosos e postos de trabalho
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